Eu Virei Nômade Digital [e vim pra Austrália]

Depois que eu fui convidado para escrever esse post contando sobre a minha vida em Melbourne, muita gente ficou sem entender COMO eu estava fazendo para passar vários meses viajando o mundo com a minha namorada – sendo que não temos emprego aqui. 

Também vieram me perguntar como eu tinha tanto tempo livre para ficar visitando museus, pedalando na praia, explorando restaurantes veganos, praticando esportes, etc. É uma pergunta interessante, porque os brasileiros que conheci aqui na Austrália estão sempre muito ocupados estudando ou trabalhando e só conseguem fazer esses passeios no final de semana.

Bem, como você já sabe, isso não é um blog de viagens – mas sim de desenvolvimento pessoal.

Por isso decidi escrever este post para contar as motivações e circunstâncias que me trouxeram até o outro lado do mundo, deixando para trás meus amigos e família e embarcando em uma longa jornada (de 40 horas!) rumo ao desconhecido. E mais, vou explicar claramente o que significa ser um Nômade Digital, esse estilo de vida que me permite viajar o mundo sem um emprego e com tempo livre de sobra para fazer o que eu quiser.

Mas primeiro vou responder algumas das perguntas frequentes que tenho ouvido de amigos, familiares e leitores:

PERGUNTAS FREQUENTES

 

PERGUNTA – Você foi para a Austrália estudar?

RESPOSTA – Não. Minha primeira ideia foi essa, mas meu visto de estudante foi negado. Eu acredito que nada é por acaso e que sempre existe um motivo para os acontecimentos – e de fato acabou sendo MUITO melhor vir como turista.

 

P – Você foi sozinho?

R – Não. Eu namoro com a Letícia há 4 anos e ela corajosamente veio comigo!

 

P – Onde vocês estão morando?

R – Alugamos uma casa fantástica no Airbnb, um site onde você negocia direto com o proprietário. Depois de viajar muito e gastar bastante dinheiro com hotel, descobri que o Airbnb é a maneira mais prática e confiável de encontrar lugares incríveis dentro do orçamento! Se você fizer seu cadastro pelo MEU LINK DE INDICAÇÃO, já vai ganhar 70 reais em créditos para viajar! E eu também ganho, então é bom pra todo mundo 🙂

 

P – Vocês estão trabalhando aí?

R – Não. Primeiro porque o visto de turismo não permite trabalhar aqui, segundo porque eu tenho projetos no Brasil que continuam funcionando normalmente. Esse será um dos assuntos do post, e você vai entender quando eu explicar o que significa ser um Nômade Digital.

 

P – Como está pagando as contas?

R – Vou explicar isso no post, mas resumidamente meus projetos digitais são suficientes para pagar o meu custo de vida. E a Lê também está contribuindo com as economias dela 🙂

 

P – Quanto tempo vocês vão ficar aí?

R – Não sei. Nosso visto atual vale até Julho/2017, mas ele tem possibilidade de extensão. Por outro lado, pensamos que talvez 6 meses sejam suficientes para explorar a Austrália. Nós vamos voltar quando acharmos que é a hora certa, respeitando sempre as leis de imigração e ouvindo os sinais e orientações divinas.

 

Tem mais perguntas? Deixe um comentário que eu respondo!

Agora que você já está mais atualizado com a minha situação, vamos ao que interessa:

 

TUDO COMEÇA COM UM SONHO

Se você conhece a Lei da Atração ou se simplesmente presta bastante atenção no mundo ao seu redor, já deve ter percebido que tudo começa primeiro como um desejo, uma ideia, e só depois de manifesta no mundo material (eu já escrevi sobre isso, então não vou me repetir). A minha jornada de virar um Nômade Digital e vir morar na Austrália foi exatamente assim.

Quando eu tinha 16 anos aprendi na escola sobre os aborígenes australianos e fiquei fascinado pela ideia de um povo estar habitando a mesma região há 50 mil anos! Comecei a pesquisar sobre a Austrália, e tudo o que eu encontrei me deixou ainda mais interessado por esse país. Foi aí que eu decidi que iria para a Austrália!

Eu olhava aquelas fotos e sentia um chamado muito forte dentro de mim que dizia que eu precisava ir até lá, e que seria uma viagem de auto-descobrimento que mudaria a minha vida. Eu estava convencido.

Só que tinham alguns “detalhes” no caminho:

  1. Eu não podia parar a escola.
  2. Eu não queria ir sozinho.
  3. Eu não tinha dinheiro.

O primeiro obstáculo era fácil de superar, só questão de tempo. E o tempo passou. Eu terminei a escola, entrei na faculdade, terminei a faculdade, e ainda estava no Brasil. Aí percebi que era só uma desculpa.

O segundo ponto é uma questão pessoal minha. Eu adoro ficar sozinho com meus pensamentos, mas ao mesmo tempo sempre valorizei muito a presença de um grande parceiro de aventuras para compartilhar a vida. Já fiz muitas viagens com meus amigos no passado, mas eles não podiam me acompanhar nessa. Todos eles, assim como a família, me incentivaram a seguir meu sonho – mas cada um tinha suas próprias jornadas para seguir.

Até que, por destino ou desígnio divino, eu conheci a Lê. Ela é daquelas pessoas que estão ao seu lado nos momentos bons e ruins, não importa o que aconteça – e ela sempre se mostrou disposta a ir comigo explorar o mundo. Então esse obstáculo também não era mais um problema.

Faltava só resolver o terceiro obstáculo: a falta de dinheiro. Foi nesse momento que me vi frente a frente com um dos grandes dilemas do homem moderno:

Se eu trabalhar bastante, vou ter dinheiro – mas se eu estiver trabalhando não vou poder viajar.

Claro que existe um meio-termo que funciona bem para viagens curtas de férias, onde você trabalha o ano inteiro e consegue algumas semanas para viajar. Mas meu caso era diferente: eu queria passar meses viajando de uma vez. Talvez até anos. Algumas pessoas (inclusive agências de viagens) sugeriram que eu fosse para a Austrália como estudante, conseguisse um emprego de garçom ou pedreiro e pagasse a viagem com o salário que ganharia.

Conheci muita gente que foi por esse esquema, e parece ter funcionado bem para eles. Com certeza é uma opção viável, mas aí eu iria passar 4 horas estudando e 4 horas trabalhando, e o salário seria apenas o mínimo suficiente para ter o que comer e onde dormir. Minha vida no Brasil era muito mais confortável que isso, então não me parecia uma boa troca… Largar uma vida boa perto dos amigos e família para passar aperto financeiro do outro lado do mundo?

Algo dentro de mim dizia que ainda havia outro caminho. E sempre há.

O CAMINHO DA LIBERDADE

Esses questionamentos sobreviveram por anos, sempre habitando silenciosamente um cantinho escuro da minha mente. Sabe quando você muda de aplicativo no celular, mas o outro app continua rodando em segundo plano e gastando sua bateria? Sonhos não-realizados têm um funcionamento parecido.

Enquanto isso, minha vida foi seguindo em frente. Trabalhei com várias coisas malucas, desde caça-talentos em uma agência de modelos até instrutor de paquera (sério). Abri (e fechei) alguns negócios, como um clube de descontos, uma marca de roupas masculinas e uma empresa de desenvolvimento de sites.

Tive períodos de pouco dinheiro e outros mais confortáveis, fui me aperfeiçoando e também descobrindo abordagens alternativas em relação ao trabalho. Eventualmente conheci um parceiro comercial que acabou também se tornando um grande amigo, e juntos desenvolvemos um negócio que hoje gera dinheiro, entrega resultados de alta qualidade, e não necessita da nossa presença física para funcionar. Eu contei a história em detalhes no post Minha História – Como Virei “Desempregado” e Feliz.

É por causa desse negócio que eu estou escrevendo esse post sentado em uma praça aqui em Melbourne, comendo um croissant vegano e curtindo a brisa fresca do inverno enquanto a Lê faz uma aula de dança. Isso jamais seria possível se eu ainda acreditasse no modelo tradicional de trabalho, que consiste em ficar o dia inteiro dentro de um escritório fazendo coisas chatas e esperando o fim de semana chegar.

Não me leve a mal, tem gente que adora isso. Mas eu sou o tipo de pessoa que precisa de novidades, precisa quebrar a rotina, explorar lugares e conhecer pessoas. Eu sou um Experimentador (leia esse post para saber se você também é). E, sendo como sou, acabei descobrindo que o melhor caminho para minha vida profissional seria conseguir trabalhar remotamente de onde estivesse, com a liberdade de fazer meus horários. Pesquisando na internet, fiquei sabendo que já tem muita gente fazendo isso, e eles se chamam de Nômades Digitais.

O QUE É UM NÔMADE DIGITAL?

A premissa é muito simples: viver viajando e, enquanto isso, trabalhar com flexibilidade. O nome é Nômade Digital porque envolve morar em vários lugares e trabalhar através da internet. Existem muitos blogs falando sobre isso, e eu não vou te dar um guia completo de como virar um nômade digital. Mas vou tratar de alguns pontos que considero muito relevantes até mesmo para o seu dia-a-dia:

1. TRABALHO REMOTO:

Para ser um nômade digital, primeiro você precisa ganhar uma melhor compreensão sobre o valor do seu trabalho. Se hoje o seu trabalho depende da sua presença física (exemplo: eletricista), obviamente não é possível adotar um estilo de vida nômade.

No entanto, na maioria das vezes o real valor do seu trabalho não está na sua presença – e sim no seu conhecimento. Tomando o exemplo do eletricista, ele não é pago apenas por visitar sua casa, mas também porque ele SABE o que fazer. Esse conhecimento poderia ser comercializado de outra forma não-presencial – ou seja, esse eletricista poderia gravar vídeos ensinando a executar alguns serviços simples, disponibilizar isso em forma de ebooks (“como trocar um disjuntor”, “como instalar um chuveiro”, etc), vender cursos online para eletricistas iniciantes, etc.

Não estou dizendo que é FÁCIL criar e vender esse conteúdo, mas é POSSÍVEL. Eu mesmo não tenho muita noção de serviços elétricos, e já passei pela situação de pagar 150 reais para um eletricista trocar alguns disjuntores. Se eu tivesse assistido a um vídeo de boa qualidade, poderia ter feito isso sozinho e economizado essa grana. E o eletricista que gravou o vídeo estaria viajando o mundo como um Nômade Digital e ganhando dinheiro com propaganda no seu vídeo, patrocínio de empresas, vendas afiliadas, etc. 

Viu? Nômades Digitais não precisam ser só programadores e blogueiros, também podem ser pessoas de qualquer especialidade que conseguiram transformar suas habilidades em um formato digital.

Sugiro que você faça uma lista agora mesmo com algumas maneiras de entregar seu conhecimento sobre seu trabalho de forma remota. Mesmo antes de sair do Brasil, eu já tinha muita flexibilidade de fazer finais de semana prolongados, trabalhar de casa, etc. Você também pode conseguir isso, mas primeiro precisa entender qual é o real valor do seu trabalho e como ele poderia ser entregue virtualmente. Esse é o primeiro passo para você se tornar um Nômade Digital.

2. GEO-ARBITRAGEM

O nome parece complicado, mas é um conceito muito simples: “arbitragem” é quando você compra uma coisa barata e vende mais caro (ex: a lojinha do chinês). Então Geo-arbitragem é quando você usa as diferenças de câmbio e custo de vida entre os países para fazer seu trabalho valer mais.

Por exemplo: o dólar vale bem mais do que o real, então se um gringo resolve morar no Brasil trabalhando como Nômade Digital, ele vai ter um estilo de vida bem mais confortável do que teria nos EUA. Da mesma maneira, o real vale mais do que o peso argentino, o baht tailandês, etc.. Então se você escolher um país que tem o custo de vida menor do que o do Brasil, seus reais vão valer mais 🙂 É por isso existem cidades como Chiang Mai na Tailândia que estão simplesmente LOTADAS de Nômades Digitais!

No momento eu estou morando na Austrália, e aqui eles usam o dólar australiano que vale +- R$ 2,50. Ou seja, a geo-arbitragem está me prejudicando! Eu já sabia disso quando escolhi vir para cá, mas graças a Deus minha renda mensal em reais é suficiente para arcar com essa desvantagem. Só que por outro lado eu estou morando em Melbourne, que foi eleita a Melhor Cidade do Mundo para se Viver pelos últimos 5 anos consecutivos – então mesmo meu dinheiro valendo menos, a qualidade de vida aqui é muito melhor do que no Brasil.

E pra completar, aqui perto existem muitos países lindos com o custo de vida baixíssimo, como a Malásia, a Tailândia, Bali, etc. Eu posso explorar esses países com vôos baratos e ainda economizar dinheiro enquanto faço isso 🙂 Para você ter uma ideia, alugar uma cobertura com piscina na Tailândia é mais barato do que alugar um apartamento “mais ou menos” em São Paulo.

Ainda falando de geo-arbitragem, lembre-se que hoje em dia dá pra você comercializar seu conhecimento em qualquer moeda, e eu sugiro que você faça isso para ganhar em dólares ou libras (moedas fortes). Então vamos dizer que você seja um professor de matemática que deseja virar um Nômade Digital: ora, a matemática é a mesma em qualquer lugar do mundo!

Quando for fazer seus vídeos, ebooks, etc, traduza para o inglês e comercialize isso online para os países que vão te pagar em moedas fortes! Eu mesmo tenho alguns vídeos no youtube que geram uma pequena renda de anúncios, e esses pagamentos são feitos em dólares. A grande vantagem da internet é atingir o mundo inteiro, então você não precisa limitar seu conteúdo (e sua renda) a apenas um país.

Se você quiser mesmo se transformar em um Nômade Digital, recomendo que entre no site NOMAD LIST e pesquise as melhores cidades do mundo para quem quer levar esse estilo de vida. Lá você vai encontrar a lista de cidades com informações sobre custo de vida, segurança, qualidade da internet, etc. E a maior parte das cidades é completamente inesperada!

 

3. HOSPEDAGEM

Ser um nômade digital significa passar muito tempo longe de casa – e pra isso você vai precisar de bons esquemas de hospedagem. Nas minhas primeiras viagens, usei hotéis tradicionais. O hotel tem várias vantagens como serviço de quarto, piscina, academia, etc – mas geralmente é a opção mais cara e tem algumas restrições (ex: você não tem como cozinhar – o que significa gastar com comida todo dia). Em algumas ocasiões específicas vale a pena, mas geralmente não recomendo ficar em hotéis.

Grande parte dos viajantes que querem economizar dinheiro costumam ficar em hostels, que são a versão de baixo custo do hotel. Eu já fiquei em alguns quando era adolescente, e na minha opinião esse é o público mesmo: adolescentes sem dinheiro que querem fazer festa. Hoje em dia eu prezo por conforto, privacidade, silêncio, limpeza… e ficar hospedado em Hostel não é uma opção para mim. Gosto de dormir cedo e acordar cedo para explorar a cidade em que estou, mas em hostels você corre um grande risco de ser importunado por jovens bêbados e barulhentos. Se você é festeiro e topa qualquer coisa, então não pense duas vezes: hostels costumam ser muito baratos! Mas se você gosta de um pouco mais de “ordem”, passe longe.

Ué… Mas se eu eliminei hotéis e hostels, então o que sobra?

Sobra o Airbnb, o melhor serviço de hospedagem para quem vai viajar.

AIRBNB: Viva Como um Nativo

O Airbnb (fala-se “ér bienbí”) é um site onde você pode alugar casas de pessoas comuns que possuem um quarto livre ou que estarão viajando. Já teve casa que eu aluguei por 2 noites, teve casa que aluguei por 2 meses. Quando você for buscar no site, é só colocar as datas que você deseja e ele automaticamente filtra os locais que estarão disponíveis.

O legal é que dá pra você escolher se quer alugar a casa inteira, só um quarto ou até compartilhar o quarto. Eu não gosto de compartilhar quarto, então sempre alugo a casa inteira ou um quarto privado. No caso de alugar só um quarto, significa que o dono da casa também vai estar morando lá – e isso é legal demais!

Imagine que você estará realmente morando na mesma casa que um nativo, então esse é o melhor jeito de conhecer a cultura do país, pegar dicas do que fazer, treinar o idioma… Eu já conheci muita gente incrível me hospedando pelo Airbnb. O meu primeiro anfitrião aqui em Melbourne se tornou um verdadeiro amigo: fizemos noite de filmes, cozinhamos, demos MUITA risada juntos… Entenda que o Airbnb é formado por pessoas normais que gostam de receber visitas – e ainda fazem um dinheirinho com isso.

Mas o fator mais importante do Airbnb são as avaliações: cada pessoa que se hospeda em um lugar deixa um review dizendo como era a limpeza, o conforto, se o anfitrião foi bom, etc. Então quando você escolhe um local bem avaliado (dica: só fique em lugares com 5 estrelas) você tem a garantia de que várias pessoas já passaram por lá e ficaram felizes com a experiência.

Usando o Airbnb eu consigo ficar em casas fantásticas e bem localizadas, com toda a praticidade de poder cozinhar, assistir filmes na sala, tomar banho gostoso, dormir em cama confortável… É realmente a experiência de MORAR no país – não apenas visitar.

Eu recomendo que você se cadastre AGORA no Airbnb (é de graça) e faça uma pesquisa sem compromisso em alguma cidade que você tem vontade de conhecer. Você vai ver como é fácil (e divertido) encontrar um lugar que é a sua cara! E ainda vou te dar um presentinho…

Se você usar O MEU LINK para se cadastrar, já vai ganhar um crédito de R$70 para usar na sua primeira viagem! E eu também ganho, então nós dois economizamos 🙂

Então clique no link AGORA, se cadastre de graça, ganhe R$70 para se hospedar e comece a planejar sua próxima viagem!!!

> Bruno te deu R$70 para viajar com Airbnb! (Clique no Link)

Se você quiser saber mais, eu poderia escrever um post falando apenas sobre o Airbnb, compartilhando as dicas de como encontrar locais baratos e até minha técnica ninja para negociar descontos. Mas só vou fazer isso se tiver algumas pessoas interessadas, então deixa um comentário me dizendo! Só quero que você entenda que o Airbnb não é uma ferramenta exclusiva para Nômades Digitais: você pode começar a usar para todas as suas viagens! Desde que descobri esse serviço há alguns anos, em quase todas as minhas viagens me hospedo com Airbnb!

 

CONCLUSÃO

O mundo está mudando, e muitos paradigmas estão sendo quebrados. Antes você precisava ter muito dinheiro para viajar o mundo, hoje você pode ter um estilo de vida onde o trabalho que você faz remotamente em horários flexíveis gera a renda suficiente para curtir sua vida em qualquer lugar do planeta.

A internet é a grande facilitadora nesse processo, mas entenda que você não precisa ser um expert em internet para viver como um Nômade Digital: pode ser tão simples quanto gravar alguns vídeos e colocar no youtube, fazer posts no facebook ou instagram, escrever textos… E hoje em dia a falta de conhecimento não é mais desculpa: dá pra aprender qualquer coisa simplesmente buscando no Google.

Esse post não é um guia de “Como Virar um Nômade Digital”, mas sim um breve olhar introdutório sobre o tema – na esperança de que alguns dos meus leitores se identifiquem com o estilo de vida (assim como eu me identifiquei) e encontrem nesse novo modelo de trabalho a união perfeita entre viagens, independência financeira, experiências de vida e desenvolvimento pessoal.

Eu não sou o maior especialista no assunto, mas estou aprendendo através da prática e de estudo, além de me inspirar sempre em pessoas que já fazem isso faz tempo. Se você estiver interessado em virar um Nômade Digital, deixe um comentário com suas dúvidas, ideias e opiniões. Eu leio 100% dos comentários, e adoro me conectar com os leitores.

Espero que o texto tenha te inspirado a vislumbrar novas possibilidades para a sua vida, e desejo que você encontre a realização pessoal onde quer que esteja.

Agora eu vou guardar meu laptop na mochila e pedalar até a praia para encontrar uns amigos que fiz por aqui.

 

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4 comentários sobre “Eu Virei Nômade Digital [e vim pra Austrália]

  1. Oi Bruno! Poxa, eu adorei esse post! Já acompanhava seu blog tem um tempo e retomei as leituras por aqui recentemente, gostei muito do que encontrei.

    Uma pena ninguém ter se manifestado sobre suas dicas de Airbnb, mas por favor faça esse post 😀

    Tenho certeza que será útil pra muita gente (prometo que compartilho o link nas redes sociais! haha)

    P.S. – Por favor, coloque uma barra de busca aqui no blog, fica mais fácil encontrar posts com assuntos específicos 🙂

    1. Pamela, também achei que o pessoal fosse se interessar!

      E agradeço pela sugestão da busca, acabei de adicionar no menu lateral! Faça um teste e me diga se está funcionando 😉

      Beijos

  2. Bruno, adorei o post. Eu realmente venho pensado nisso a um tempo, e estou colocando em prática o planejamento da coisa pro futuro.
    Minha maior dúvida em relação a essa vida nômade, é a parte burocrática aqui no Brasil. Por exemplo, conta bancária, imposto de renda, esse tipo de coisa. Eu sempre fui CLT, e não posso deixar de pensar em quando eu for uma senhorinha de 60 anos. Tendo em vista que não serei mais “Programadora” ou “Web Designer”. Como vocês fazem para “resolver” essa parte burocrática aqui no Brasil?

    1. Oi Malu! Bem-vinda ao blog.

      Não deixe a burocracia te impedir de seguir seus sonhos.

      Se você estiver realmente afim de fazer dar certo, vai encontrar caminhos – se vááários outros brasileiros já conseguiram, você também consegue.

      Eu não sou a pessoa certa para te explicar a parte burocrática, porque eu odeio burocracia. Eu vou fazendo, e vou descobrindo pelo google mesmo conforme surge a necessidade.

      Mas se for te deixar mais tranquila, visite um contador competente. Ele pode te ensinar certinho como funciona toda essa parte.

      O importante é você não usar isso como desculpa, e sim encontrar soluções.

      Grande abraço, desejo sucesso

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