Saia do Piloto Automático

Piloto Automático: Uma experiência desagradável

Alguns dias atrás passei por uma situação muito chata: Comprei um produto em uma loja, e logo em seguida encontrei uma opção bem melhor na loja do lado – e por uma fração do preço! Se isso já aconteceu com você, então sabe como é frustrante

Foi assim: Eu estava com minha namorada em busca de uma peça para artesanato e, como não encontramos exatamente o que queríamos, acabamos comprando um produto similar (e pagamos bem caro).

Mas aí, só por curiosidade, resolvemos passar em uma outra loja que era logo ao lado. Qual não foi nossa surpresa ao encontrar o produto perfeito para aquele artesanato, e por menos da metade do preço! Nesse momento percebemos que a gente tinha acabado de gastar dinheiro em um produto que nem era exatamente o que precisávamos… Ficamos nos sentindo bem estúpidos!

Nessa situação, a primeira reação é bater a mão na testa e dizer:

– “Putzzz, agora já era!”. 

Mas eu – com minha eterna fé nas pessoas – disse:

– “Calma, a gente volta lá na loja anterior e pede pra moça devolver o dinheiro! Faz 5 minutos que a gente saiu de lá, ela vai aceitar numa boa.” 

Pois bem, voltei à loja e disse para a proprietária que infelizmente nos confundimos e que o produto que havíamos acabado de comprar não era o que procurávamos. E então pedi para ela devolver o nosso dinheiro.

Como você acha que ela reagiu? Vou transcrever a conversa:

 

ELA – Aqui a gente não devolve dinheiro, mas se você quiser eu posso trocar por outra coisa.

EU – Eu agradeço, mas no momento não precisamos de nada. Mas se eu devolver o produto, você pode vender ele para outra pessoa! Então você pode devolver o nosso dinheiro?

– Não, você já comprou.

– Sim, é verdade! Comprei porque achei que fosse o que eu estava buscando, mas acabei descobrindo que não era. Eu achei o produto certo na loja do lado, e você não tem ele aqui. Já que eu não vou usar esse produto que eu comprei de você, seria melhor a gente devolver.

– Eu estou no meu direito, não sou obrigada a devolver o seu dinheiro. 

– Eu sei! Você está certíssima. A loja é sua, você é quem manda. Mas estou PEDINDO para você devolver o dinheiro, e eu devolvo o produto para que você possa vender para outra pessoa que vá utilizar!

É política da loja.

– Mas eu não estou pedindo para a loja, estou pedindo para VOCÊ. Eu estou aqui na sua frente, pedindo pessoalmente para você devolver o dinheiro que eu te dei 5 minutos atrás. Antes de eu entrar nessa loja, você não tinha esse dinheiro e eu não tinha esse produto. Só estou pedindo para voltarmos como era antes.

– Não posso devolver seu dinheiro, é política da loja.

– Moça, quando a gente tem uma empresa é para ajudar a resolver os problemas das pessoas. Infelizmente o seu produto não resolveu o meu problema, e por isso não quero ficar com ele. Você pode devolver meu dinheiro?

– Eu tenho a loja para ganhar dinheiro, não para resolver problemas.

– Tá… De qualquer maneira eu não vou usar esse produto, então pode ficar. Assim você pode vender ele para alguém que vá utilizar. E peço que você aproveite e se questione se dinheiro é realmente a coisa mais importante na sua vida. Tchau, obrigado.

– Deixei o produto lá e fui embora. –

 

Talvez você tenha ficado com raiva dessa senhora, o que é compreensível. Mas eu não senti tanta raiva… Quando saí da loja, o que eu senti foi tristeza por perceber que muito frequentemente multiplicamos crenças e hábitos que nós mesmos não gostaríamos de ver no mundo. E eu me incluo nisso.

O que significa Piloto Automático?

O grande perigo do condicionamento social é justamente o fato de ele ser um condicionamento, ou seja, uma programação que nos faz agir em uma dinâmica de “estímulo-resposta”, onde não há espaço para questionamentos e espontaneidade. Basicamente o que estou dizendo é que o condicionamento nos faz agir sem pensar. Ou, como eu gosto de dizer, REAGIR ao invés de AGIR.

Quando a austera senhora da minha história disse que era “política da loja”, ficou bem claro para mim que ela não estava no controle da sua mente e das suas ações: ela estava operando no piloto automático. Se ela tivesse um lapso de consciência sobre o que estava acontecendo, perceberia que esse é o pior argumento do mundo. É como os soldados nazistas que matavam crianças dizendo que “estavam cumprindo ordens”.

Se você replica uma mentalidade, é porque você concorda com ela. Simples assim. Então ao invés de dizer “é política da loja” seja honesto e diga “é nisso que eu acredito, sou à favor de um mundo onde as pessoas não possam receber seu dinheiro de volta”. Se esconder atrás de uma hierarquia para defender suas ações não elimina sua carga pessoal de responsabilidade.

O condicionamento de estímulo-resposta é o que te faz buzinar se o carro da frente demora 3 segundos para sair quando o semáforo fica verde. É o que te faz responder de maneira ácida quando alguém te faz uma crítica. Xingar com ódio quando você bate o dedinho na quina do armário. Dizer “Hoje eu não tenho” enquanto apalpa os bolsos quando um mendigo te pede esmola.

Em nenhuma dessas situações você pensou, só agiu. Como eu disse, piloto automático. Mas se você não estava no controle da sua mente… Então quem estava?

PROGRAMAÇÃO SUBCONSCIENTE

Quando a sua mente consciente está muito ocupadase preocupando com o futuro, por exemplo a sua mente subconsciente entra em cena e assume o controle. É nela que está instalado o seu condicionamento social, e é alimentada pelas memórias de tudo o que você vê, ouve, lê, assiste, etc. Seu subconsciente é uma coletânea de toda a informação que está armazenada na sua cabeça, e ele já desenvolveu algumas maneiras automáticas de buscar essas informações e utilizá-las para tomar decisões instantaneamente.

Por que é importante saber disso? Porque se você deseja mudar o seu comportamento e sua mentalidade, não basta se esforçar conscientemente para agir de uma nova maneira; é necessário alterar a programação do seu subconsciente para que o seu piloto automático também mude. Fazendo isso, você pode mudar não apenas suas AÇÕES, mas também suas REAÇÕES.

E como você pode fazer isso? Alimentando seu subconsciente com novos tipos de informações. É por isso que é TÃO importante que todo o seu estilo de vida seja coerente com a pessoa que você deseja se tornar: as revistas que você lê, os programas que assiste, as músicas que ouve, os lugares que frequenta, as pessoas com quem interage, etc. Quando você preenche sua vida com um novo tipo de ambiente, seu subconsciente absorve essas mensagens e começa a replicá-las nas suas reações. Faça uma avaliação das suas fontes de informação/interações sociais hoje, e veja se é condizente com a vida que deseja para si.

AGIR X REAGIR

A maneira mais fácil de entender a diferença entre AGIR e REAGIR é se perguntando: – “Essa atitude veio de dentro para fora, ou de fora para dentro?”

Esses dias eu estava na fila do supermercado, e de repente a funcionária resolveu trocar o rolo de papel da máquina. Instantaneamente um homem cruzou os braços, olhou para o relógio, fechou a cara, começou a bufar e disse “É brincadeira, hein!”.

De onde partiu esse seu estado mental de irritação? De dentro, ou de fora?

Obviamente partiu de fora para dentro, porque ele deixou que um fato EXTERNO – a troca do rolo de papel – alterasse o seu estado INTERNO, o que é classificado como uma REAÇÃO.

É no modo de REAÇÃO que a maior parte dos crimes acontece. E também a maior parte das brigas entre casais, acidentes de carro, e aquelas decisões estúpidas das quais nos arrependemos pelo resto da vida.

Se o estímulo “troca do rolo de papel” causou a resposta “ficar irritado e bufar”, claramente a programação subconsciente desse homem está repleta de mensagens como “SEU TEMPO É ESCASSO”, “VOCÊ ESTÁ SEMPRE ATRASADO”, “AS OUTRAS PESSOAS SÃO UMAS INCOMPETENTES”, “QUEM É ESSA FUNCIONARIAZINHA PARA ATRASAR SEU DIA?”, etc.

Logo atrás desse homem tinha um senhor de mais idade, com uma expressão de “de bem com a vida” (eu adoro esses velhinhos bem-humorados!). Ao perceber a troca do rolo de papel, ele não bufou. Ele não cruzou os braços, ele não olhou para o relógio. Ele simplesmente virou para uma moça que também estava na fila, sorriu para ela e começou a puxar conversa. Quando ele viu que ia ficar alguns minutinhos ali parado, achou que seria melhor ter alguém para conversar.

Olha que incrível a diferença entre os padrões mentais desses dois homens! A mente subconsciente desse senhor provavelmente tinha mensagens como “FIQUE TRANQUILO, VOCÊ TEM TEMPO”, “AS PESSOAS SÃO SUAS AMIGAS”, “TODO MOMENTO É UMA OPORTUNIDADE PARA CONHECER ALGUÉM NOVO”.

Note que a programação desse senhorzinho era muito mais saudável e construtiva. De certo que esse velhinho gente boa já aprendeu com a vida que é sempre melhor reagir de maneira positiva aos acontecimentos externos, porque isso ajuda a ter um estado mental de felicidade.

Perceba que isso também foi uma reação, já que ele agiu sem pensar e imediatamente iniciou uma conversa. Reações nem sempre são ruins, e na verdade são necessárias. Frequentemente nos deparamos com fatos externos que interrompem bruscamente nossos planos, e por isso é importante ter uma programação subconsciente positiva que gere reações saudáveis. Reação significa simplesmente que você não teve tempo de pensar. Mas então, como seria uma AÇÃO?

Eu – que também estava na fila – vi essa cena e parei para refletir. E me dei conta de que gastamos muito tempo das nossas vidas simplesmente operando no piloto automático; repetindo, replicando, e abrindo mão de nossa autenticidade. E decidi que seria interessante trazer essa discussão para o meu blog. Então aproveitei o tempo extra na fila para ter algumas ideias de como escrever esse post.

Isso foi uma AÇÃO: É quando você se depara com um fato externo, permite que sua mente consciente analise o que está acontecendo, tire conclusões sobre qual é a maneira mais benéfica de encarar esse fato, e tome uma decisão interna. A atitude que você toma parte da sua mente consciente, fruto do seu questionamento. Claro que nem sempre dá tempo de passar por esse processo de reflexão ativa, mas o fato é que nós fazemos isso com muito menos frequência do que poderíamos.

PS: Existe ainda um outro nível de ação que não parte da mente subconsciente nem da consciente. Quando você consegue operar nesse nível, suas ações não são mais motivadas pelo seu raciocínio lógico nem pelo condicionamento, mas por uma inteligência superior que pode se manifestar na forma de uma inspiração.

Os grandes mestres na história da humanidade atuavam através de ações tomadas nesse grau de consciência, e conseguiam acesso a ele utilizando o poder da fé. Eles não agiam como reação aos fatos externos, e nem como questionamento interno. Agiam simplesmente como ferramentas de manifestação de uma vontade superior.

REALIDADE OBJETIVA X REALIDADE SUBJETIVA

Quando aceitamos o fato de que os acontecimentos externos só ganham significado através do nosso entendimento, começamos a nos deparar com o conceito de realidade subjetiva. Realidade Subjetiva significa que a realidade depende da sua interpretação.

REALIDADE OBJETIVA: São os fatos. A funcionária trocou o rolo de papel do caixa.

REALIDADE SUBJETIVA: É o que você entende dos fatos. Que porcaria, vou me atrasar.

 

Não estou dizendo que a realidade objetiva não exista; ela só não é tão importante assim. Se está chovendo, se o carro quebrou, se você está atrasado… São meramente fatos, eles não tem poder sobre a sua vida. A menos que sua programação subconsciente aproveite esses acontecimentos para reforçar as crenças que você já tem: “O mundo é uma desgraça”, “Tudo dá errado comigo”, “São todos uns idiotas”.

E, se você quer saber, viver uma vida infeliz é apenas a menor das consequências de ser uma vítima do condicionamento social e de uma programação mental negativa. Existe um aspecto ainda mais destrutivo nisso tudo: Quando você se permite pensar e agir dessa maneira, você multiplica essas crenças no mundo.

O carro na sua frente demora para sair no semáforo, você xinga e buzina com raiva. Para você, é apenas uma reação negativa que vai trazer frustração e stress. Mas para as outras pessoas na rua, é um fato externo. E vai servir de alimento para o subconsciente delas.

Quando a dona da loja se negou a devolver o meu dinheiro, ela multiplicou essa atitude e todas as crenças que a embasam. Agora existe uma grande chance de eu replicar essa atitude. Sim, porque me senti lesado e agora quero “descontar” na próxima pessoa que passar na minha frente.

É óbvio que EU tenho noção disso, então vou buscar conscientemente parar com esse ciclo destrutivo. Mas eu estaria mentindo se dissesse que estou imune a esse tipo de comportamento; quando eu sou ultrapassado pela direita por um apressadinho no trânsito, me sinto MUITO mais propenso a fazer o mesmo.

Quando alguém esbarra em mim na rua e não pede desculpas, é provável que eu também não peça desculpas para a próxima pessoa em quem eu esbarrar. É um ciclo sem fim, e é assim que se multiplica todo esse horror e iniquidade que vemos ao nosso redor. Imagine bilhões e bilhões de pessoas replicando todas as suas frustrações, o tempo todo, há milhares de anos.

PS: Recomendo o filme "A Viagem". Ele é exatamente sobre isso.

E vou contar uma coisa: não tem como parar. É muito ódio, muito sofrimento, muita vingança, muita maldade. É impossível simplesmente dar um basta.

Não dá pra parar. Mas dá para reverter. O que nós podemos fazer é começar ativamente a multiplicar crenças, palavras e ações positivas. É física: quando um corpo está em movimento, ele tende a permanecer em movimento. A única maneira de reverter esse movimento é exercendo uma força contrária de intensidade MAIOR.

E eu não estou falando de Gandhi ou de Madre Teresa: estou falando de VOCÊ, mudando os SEUS pensamentos, criando novas crenças, estabelecendo novas atitudes. Alimentando seu subconsciente com programação positiva, e agindo conscientemente para criar o mundo em que você deseja viver.

Não basta “não fazer o mal”, é preciso fazer o bem.

EXERCÍCIO PRÁTICO

Não é realístico esperar que a gente SEMPRE consiga determinar nossos pensamentos e nossa ações, mas podemos pelo menos nos propor a reprogramar nosso subconsciente com mensagens positivas e tentar trazer o controle sobre nossas atitudes para a mente consciente.

Dominar sua mente é uma jornada de uma vida toda (e talvez até mais), mas vou sugerir dois exercícios fáceis para implementarmos no nosso dia-a-dia.

O primeiro é para ajudar a criar uma nova programação na nossa mente subconsciente, e o segundo é para agir conscientemente.

EXERCÍCIO 1 – PROGRAMAÇÃO SUBCONSCIENTE

Esse é um exercício muito simples, e deve ser feito várias vezes por dia. Da próxima vez que você estiver em um momento de absorção de informações – assistindo TV, lendo revista, acessando um site, conversando com alguém, ouvindo uma música, etc – quero que você feche os olhos e se questione:

– “Que tipo de mensagens minha mente está aprendendo com isso? Isso está ajudando a criar um mundo mais positivo, ou mais negativo?”

Faça isso várias vezes por dia, e comece a perceber como está alimentando sua mente subconsciente. Quando você come alimentos estragados, seu corpo fica doente. Quando você se alimenta de informações estragadas, sua mente fica doente. E lembre-se que a realidade é criada primeiro na mente.

EXERCÍCIO 2 – AÇÃO CONSCIENTE

Mais uma lição de casa bem fácil, mas que pode trazer grandes resultados. Para fazer com que suas ações partam de DENTRO para FORA, você primeiro precisa fazer com que os fatos externos sejam digeridos na sua mente consciente.

A melhor maneira de fazer isso é se questionando “O que eu penso sobre isso?”.

E é por isso que o exercício é justamente esse:

Da próxima vez que você se deparar com um fato externo difícil – receber uma crítica, levar uma cortada no trânsito, chutar o pé da mesa com o dedinho, derrubar um copo, etc – eu quero que você se questione:

“O que eu realmente penso sobre isso?” e até melhor, “O que eu gostaria de pensar sobre isso?”

Depois de fazer esse questionamento, aí sim você pode definir seu estado mental.

Esse exercício é particularmente útil para mim, e muitas vezes acaba funcionando de maneira retroativa…

 

Exemplo real:

Hoje mesmo uma pessoa que eu gosto muito me fez uma crítica um pouco dura sobre o blog. A minha primeira reação foi dizer: “Ah, você é sempre cheia de críticas, nem ligo.”

Fui extremamente arrogante, ríspido e orgulhoso. Foi uma péssima reação.

 

Mas dentro de 10 segundos, esse exercício entrou em atividade. Eu me questionei: “O que eu realmente penso disso?”. Digeri essa crítica em minha mente consciente, e disse:

“Desculpa, tenho uma nova resposta: Fico feliz que você tenha se interessado pelo blog e que esteja falando comigo sobre ele, sei que você está fazendo essa crítica porque se importa comigo, então prometo que vou pensar sobre isso. Obrigado pela dica.”

Não foi nada fácil engolir o meu orgulho ferido e admitir que talvez ela tenha razão sobre o que disse, mas essa atitude é coerente com a pessoa que eu estou buscando me tornar: uma pessoa mais compreensiva, aberta e humilde. Eu gostaria de viver em um mundo onde as pessoas são assim, e por isso estou me esforçando para multiplicar esses valores.

 

Utilizei esse meu exemplo pessoal para mostrar duas coisas:

1. Eu realmente pratico as teorias e exercícios que eu proponho;
2. Eles realmente funcionam para mim!

 

Portanto espero que você também dê uma chance a esses simples questionamentos que podem mudar a maneira como você se relaciona com o mundo – e, ultimamente, mudar o seu mundo.

Porque se você não está ajudando ativamente na construção de um mundo melhor, então com toda certeza você está impedindo que ele seja criado.

E você? Ultimamente suas atitudes têm partido da AÇÃO, ou da REAÇÃO?

Aproveite o espaço dos comentários para contar sua história pessoal, dar sugestões, pedir um post específico ou simplesmente se conectar com outras pessoas que estão na mesma jornada de auto-desenvolvimento.

PS: Já ouviu a música Piloto Automático, da banda Supercombo?

7 comentários sobre “Saia do Piloto Automático

  1. Sensacional, Bruno! Você verbalizou questões que muitas vezes passam pela minha mente… coisas que sabemos que somos condicionados mas que dificilmente conseguimos reverter. É preciso exercitar sim e persistir para assumirmos esse controle. Parabéns!!

    1. Adorei a explicação clara e óbvia. Muito interessante, em qualquer área de atuação, quando se trata de relação entre eu e outro. Pois, acredito que a maior incidência de conflitos e porque não dizer guerras, é o “piloto automático” conduzido pelo egoísmo a ganancia a falta de reflexão, que chegou chegou a humanidade… Seria por ai?

  2. Bruno, simplesmente demais! Depois de ler esse post, percebi que sou uma pessoa que vive cerca de 80% no piloto automático. Às vezes consigo agir, ao invés de reagir, mas na maior parte do meu tempo eu sou como a maioria, infelizmente. Foi muito bom ter lido isso hoje, com certeza vou praticar os exercícios propostos e me dedicar mais na construção de um mundo melhor, através das minhas mudanças… Obrigada! Bjs

    1. Oi Ana, bem-vinda ao blog!

      Bem legal a relação com essa música, eu já tinha ouvido algumas vezes mas nunca tinha me tocado de que falava sobre isso!

      Obrigado pela contribuição e pela visita!

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